Educação e Pedagogia,Educação Especial e Educação Inclusiva

Contribuições pedagógicas na sala de recursos multifuncionais para aprendentes com deficiência intelectual

Apresenta-se no texto uma abordagem reflexiva no ato de qualificar aprendentes com deficiência intelectual numa perspectiva de integração das diversidades, partindo de princípios focados no desenvolvimento dos aprendentes nesta condição, considerando a Teoria das Inteligências Múltiplas do psicólogo e neurologista Gardner, a contribuição do lúdico no desenvolvimento e modificação cerebral, intrínseca a pedagogia da afetividade e assim, constituindo uma intervenção humana e igualitária.
Conhecer a dinâmica do cérebro humano através da neurociência fortalece o conhecimento de como se dá seu funcionamento, realizando descobertas fascinantes sobre o processo de ensino-aprendizagem tanto nos aprendentes ditos normais como naqueles que em sua individualidade apresenta condição especial que permanecerá ao longo da sua vida. Rosinni (2011) descreve que:

A falta de afetividade leva à rejeição aos livros, à carência de motivação para a aprendizagem, à ausência de vontade de crescer. Portanto, uma das nossas máximas é: “Aprender deve estar ligado ao ato afetivo, deve ser gostoso, prazeroso”. (Pág. 15 e 16)

Visto que, incluir ainda é um tema de complexa reflexão, busca-se repensar a prática e utilizar de artifícios que fortaleça a capacidade de valorizar as inteligências humanas, valorizando o sujeito como um todo. Aqui, a Teoria das Inteligências Múltiplas é parceira no intuito de buscar um ensino individualizado e multidisciplinar dos aprendentes em questão. É uma possibilidade de ampliar as aptidões dos mesmos em sua totalidade.
Além disso, a oferta das atividades lúdicas contribuem para exercitar o cérebro e por sua vez, ensinar de várias maneiras e levar o conhecimento em inúmeras possibilidades promovendo ações de estratégia e resolução em diversas situações, consolidando o processo de aprendizagem e aquisição do conhecimento. Zapparoli (2012) relata em sua obra:

Descobri, por meio das atividades lúdicas e muita afetividade, um canal para minha atuação pedagógica. Percebia que, quando estavam motivados e tinham um mediador que acreditasse em suas capacidades, eles também podiam aprender e se desenvolver, não no mesmo ritmo da criança sem deficiência, mas em um processo lento, onde em cada pequena resposta era uma comemoração. (Pág.20)

Estes fatores tornam possível uma inclusão eficaz que beneficiam a todos e os incluem como sujeitos construtores da sua própria história e os resguardam de resultados viáveis como o desenvolvimento de suas capacidades plenas, sejam elas, acadêmicas, sociais e/ou interpessoais.
O percurso metodológico foi fundamentado no método dedutivo, com abordagem qualitativa, utilizando-se de pesquisa bibliográfica abordando aspectos que foram experimentados na prática pedagógica na sala de recursos multifuncionais com o objetivo de comprovar o desenvolvimento global e concretizar estas ideologias pedagógicas na prática afim de fundamentar metodologias e técnicas que promovem avanços na aprendizagem dos aprendentes com Deficiência Intelectual.
Os resultados alcançados na pesquisa mediante a observação por relatórios anteriores e atuais que sinalizam o desenvolvimento das atividades, a mudança no comportamento diante do objeto de aprendizagem tanto do ponto de vista acadêmico como sócios afetivos. Pois, competências foram identificadas, habilidades foram transformadas, sonhos foram resgatados e comportamentos foram modificados constituindo o indivíduo como um todo no mundo em que o cerca.

Apresenta-se no texto uma abordagem reflexiva no ato de qualificar aprendentes com deficiência intelectual numa perspectiva de integração das diversidades, partindo de princípios focados no desenvolvimento dos aprendentes nesta condição, considerando a Teoria das Inteligências Múltiplas do psicólogo e neurologista Gardner, a contribuição do lúdico no desenvolvimento e modificação cerebral, intrínseca a pedagogia da afetividade e assim, constituindo uma intervenção humana e igualitária.
Conhecer a dinâmica do cérebro humano através da neurociência fortalece o conhecimento de como se dá seu funcionamento, realizando descobertas fascinantes sobre o processo de ensino-aprendizagem tanto nos aprendentes ditos normais como naqueles que em sua individualidade apresenta condição especial que permanecerá ao longo da sua vida. Rosinni (2011) descreve que:

A falta de afetividade leva à rejeição aos livros, à carência de motivação para a aprendizagem, à ausência de vontade de crescer. Portanto, uma das nossas máximas é: “Aprender deve estar ligado ao ato afetivo, deve ser gostoso, prazeroso”. (Pág. 15 e 16)

Visto que, incluir ainda é um tema de complexa reflexão, busca-se repensar a prática e utilizar de artifícios que fortaleça a capacidade de valorizar as inteligências humanas, valorizando o sujeito como um todo. Aqui, a Teoria das Inteligências Múltiplas é parceira no intuito de buscar um ensino individualizado e multidisciplinar dos aprendentes em questão. É uma possibilidade de ampliar as aptidões dos mesmos em sua totalidade.
Além disso, a oferta das atividades lúdicas contribuem para exercitar o cérebro e por sua vez, ensinar de várias maneiras e levar o conhecimento em inúmeras possibilidades promovendo ações de estratégia e resolução em diversas situações, consolidando o processo de aprendizagem e aquisição do conhecimento. Zapparoli (2012) relata em sua obra:

Descobri, por meio das atividades lúdicas e muita afetividade, um canal para minha atuação pedagógica. Percebia que, quando estavam motivados e tinham um mediador que acreditasse em suas capacidades, eles também podiam aprender e se desenvolver, não no mesmo ritmo da criança sem deficiência, mas em um processo lento, onde em cada pequena resposta era uma comemoração. (Pág.20)

Estes fatores tornam possível uma inclusão eficaz que beneficiam a todos e os incluem como sujeitos construtores da sua própria história e os resguardam de resultados viáveis como o desenvolvimento de suas capacidades plenas, sejam elas, acadêmicas, sociais e/ou interpessoais.
O percurso metodológico foi fundamentado no método dedutivo, com abordagem qualitativa, utilizando-se de pesquisa bibliográfica abordando aspectos que foram experimentados na prática pedagógica na sala de recursos multifuncionais com o objetivo de comprovar o desenvolvimento global e concretizar estas ideologias pedagógicas na prática afim de fundamentar metodologias e técnicas que promovem avanços na aprendizagem dos aprendentes com Deficiência Intelectual.
Os resultados alcançados na pesquisa mediante a observação por relatórios anteriores e atuais que sinalizam o desenvolvimento das atividades, a mudança no comportamento diante do objeto de aprendizagem tanto do ponto de vista acadêmico como sócios afetivos. Pois, competências foram identificadas, habilidades foram transformadas, sonhos foram resgatados e comportamentos foram modificados constituindo o indivíduo como um todo no mundo em que o cerca.