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Os trabalhos dos alunos do Cursos Avante que ganharam destaque.

Psicologia organizacional

Sabemos que a atuação do psicólogo numa empresa é de grande importância, pois com a ajuda dele, a organização poderá oferecer aos seus colaboradores um ambiente melhor, e soluções aos problemas organizacionais, fazendo com que os funcionários possam sentir-se mais motivados para desempenhar bem suas tarefas, se importando com a psicanálise que estuda a saúde no ambiente de trabalho, Por tanto;

De um modo geral as pessoas têm emoções, ideais, valores éticos e morais que podem influenciar o ambiente de trabalho. Aplicar os conhecimentos da psicologia organizacional é vital para desenvolvimento das pessoas e consequentemente da organização.

O escopo da psicologia organizacional não se limita apenas ao recrutamento e a seleção de pessoas, se estende também à aplicação de testes, acompanhamento pessoal, treinamento, análise de função, cargo, avaliação de desempenho, assessoria, aconselhamento psicológico, orientação, treinamento e diagnóstico organizacional com vistas ao bem estar de cada indivíduo e ao desempenho superior da organização.

A psicologia organizacional apoia com técnicas e conceitos o processo de formação de um comportamento necessário para a criação de um ambiente e clima organizacional equilibrado, favorável e estável para enfrentar os desafios do ambiente externo.

Como para Zanelli o objetivo do psicólogo na organização é: “Identificar e analisar as necessidades derivadas, das atividades de trabalho, suas condições e implicações.”

Perdigão e Rodrigues diz que: “A psicologia, a administração, são exemplos de disciplinas que apresentam fundamentos teóricos e metodológicos que podem contribuir para identificar os elementos existentes no contexto de trabalho que se configuram como possíveis fatores de Qualidade de Vida no Trabalho – QVT e motivação.”

Quanto a Fiorelli:” A psicologia na organização preocupa-se com o efeito que os diferentes fenômenos provocam sobre a atividade psicológica, por exemplo, a reação do indivíduo a situação de estresse, um termo que se atribui vários significados e que se encontra virtualmente banalizado, gerando entendimentos distorcidos.

Nesse fator, podemos perceber que a psicologia na organização é importante e se importa também com o bem-estar dos funcionários, a saúde, o estado físico e mental.

Descartes de Resíduos em Laboratórios

Escrito por  Erasmo Leal da Silva em 12/09/2012 para conclusão do curso Descartes de Resíduos em Laboratórios

Introdução

Embora a geração de resíduos oriundos das atividades humanas faça parte da própria história do homem, é a partir da segunda metade do século XX, com os novos padrões de consumo da sociedade, que isso vem crescendo, em ritmo superior à capacidade de absorção pela natureza. Aliado a isso, o avanço tecnológico das últimas décadas, possibilitou conquistas surpreendentes no campo das ciências, porém, contribuiu para o aumento da diversidade de produtos com componentes e materiais de difícil degradação e maior toxicidade. Os resíduos dos laboratórios dos serviços de saúde (RSS) e dos laboratórios químicos sejam eles das instituições de ensino, pesquisa, dos prestadores de serviços e dos laboratórios de processos industriais vêm assumindo grande importância nos últimos anos. Tais desafios têm gerado políticas públicas e legislações tendo como eixo de orientação a sustentabilidade do meio ambiente e a preservação da saúde, através das leis, ou às normas. Grandes investimentos são realizados em sistemas e tecnologias de tratamento e minimização. Portanto, ao realizar estudo na área de descarte de resíduos de laboratório, deve se ressaltar a importância para o meio ambiente de um padrão de gerenciamento destes resíduos. (JARDIM, 1998).

Objetivo

                    O objetivo deste trabalho e apresentar os diversos conceitos dos processos de resíduos constantes na literatura nacional, com suas vantagens e desvantagens, sob os pontos de vista econômico, técnico, social, cultural e ambiental.
Mostrar conceitos importantes para os programas e planos na escolha de processos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.

Metodologia

                    O presente estudo e uma pesquisa qualitativa, descritiva, com base em informações bibliográficas. Os dados foram coletados em manuais, livros, agencias reguladora e publicações na Internet nacional, alem da legislação nacional e normatização sobre o assunto.

Fundamentação teórica:

Para se definir o programa de controle e descarte dos resíduos em laboratórios há necessidade de estabelecer um planejamento com os objetivos bem definidos na coleta de informações, potencial da estrutura em gerar resíduos, tipo de matéria prima, materiais de consumo, reagentes com capacidade de gerar resíduos, descrição dos ambientes geradores, quantidades de resíduos gerados, manejo dos resíduos, meios de segregação, acondicionamento correto, identificação, meios de transporte seguro internamente na organização, armazenamento temporário e meio de tratamento interno.
No planejamento não deve ficar fora do programa de controle o acompanhamento “externo”, isto quando o processamento de resíduos passa a ter procedimentos externo de coleta, transporte, armazenamento e disposição final. Como mecanismo de meios para facilitar a condução no controle é importante criar ações de educação continuada, divulgação, procedimentos para situações de emergência e prevenção da saúde do trabalhador, com ferramentas de monitoramento durante as diversas etapas no processo de gerenciamento de resíduos.

Definições:

Inventário: É o método utilizado por profissional responsável pelo laboratório mensurar os resíduos existentes (tipo, composição e quantidade) naquele segmento, empresa, ou instituição. A lista deve conter no mínimo a estimativa da geração de resíduos (quantidade / semanal, mês ou ano), também é muito importante para definir o planejamento de controle dos resíduos.

 

Resíduos:
              São materiais considerados sem utilidade por seu possuidor.

Resíduo químico: de acordo com a Resolução CONAMA  nº 358, de 29 de abril de 2005 é todo material ou substância com característica de periculosidade, quando não forem submetidos a processo de reutilização ou reciclagem, que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
Resíduos biológicos: São materiais biológicos, seus resíduos e qualquer outro tipo de material que entre em contato com fluidos corporais como gazes, luvas descartáveis, restos de tubos de coletores e de transferência, entre outros. Os resíduos do serviço de saúde ocupam um lugar de destaque, pois merecem atenção especial em todas as suas fases de manejo (segregação, condicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final) em decorrência dos imediatos e graves riscos que podem oferecer, por apresentarem componentes químicos, biológicos e radioativos. Dentre os componentes biológicos destacam-se os que contêm agentes patogênicos que possam causar doença e dentre os componentes radioativos utilizados em procedimentos de diagnóstico e terapia, os que contêm materiais emissores de radiação ionizante.
Resíduos Perigosos: “São todos os resíduos sólidos, semi-sólidos e os líquidos não passíveis de tratamento convencional, resultantes da atividade industrial e do tratamento convencional de seus efluentes líquidos e gasosos que, por suas características, apresentam periculosidade efetiva e potencial a saúde humana, ao meio ambiente e ao patrimônio publico e privado, requerendo cuidados especiais quanto ao acondicionamento, coleta, transporte, armazenamento, tratamento e disposição”. Fonte: FEEMA/PRONOL DZ 1311.

Minimização: É a substituição de substâncias perigosas por outras; ou mudança de processos, redução de uso, procedimentos de re-utilização de produtos que geram resíduos. Ações neste sentido deverão ser adotadas em todas as atividades (graduação, pesquisa e serviços) que envolverem substâncias químicas.

Rotulagem: Os frascos contendo resíduos devem ser identificados adequadamente com uso do rótulo padrão. É imprescindível que todas as informações estejam preenchidas.

 Segregação: Consistem na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos.

Acondicionamento – Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo.

Identificação – Consiste no conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo.

Transporte Interno – Consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração até local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de apresentação para a coleta. O transporte interno de resíduos deve ser realizado atendendo roteiro previamente definido

Armazenamento Temporário – Consiste na guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando realizar a coleta dentro do estabelecimento e aperfeiçoar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à apresentação para coleta externa.

 

Armazenamento Externo – Consiste na guarda dos recipientes de resíduos até a realização da etapa de coleta externa, em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores.

Tratamento – Consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características dos riscos inerentes aos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de contaminação, de acidentes ocupacionais ou de dano ao meio ambiente.
Os sistemas para tratamento de resíduos de serviços de saúde devem ser objeto de licenciamento ambiental, de acordo com a Resolução CONAMA nº. 237/1997 e são passíveis de fiscalização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de meio ambiente.
Coleta e Transporte Externos – Consistem na remoção dos resíduos do abrigo até a unidade de tratamento ou disposição final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação das condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente. A coleta e transporte externos dos resíduos de serviços de saúde devem ser realizados de acordo com as normas NBR 12.810 e NBR 14652 da ABNT.
Disposição Final – Consiste na disposição de resíduos no solo, previamente preparado para recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de construção e operação, e com licenciamento ambiental de acordo com a Resolução CONAMA nº.237/97.

O QUE É PGRSS? 

                           Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.
O PGRSS é um conjunto de procedimentos de gestão que visam o correto gerenciamento dos resíduos produzidos no estabelecimento. PGRSS – É o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas as suas características, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta interna, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final, bem como os aspectos relativos à proteção à saúde pública e segurança ocupacional do pessoal envolvido nas etapas do gerenciamento de resíduos.
                 O PGRSS é um plano para gerenciar os resíduos provenientes dos serviços de saúde, seguindo, rigorosamente as legislações ANVISA RDC 306 e CONAMA 358.

Segurança ocupacional: É fundamental garantir transparência nas relações de emprego e trabalho. É isso que deve se refletir, claramente, nas questões de saúde e segurança do trabalhador em todas as etapas de trabalho. Além das condições adequadas é necessário informar o trabalhador, da melhor forma possível, sobre:

- características das etapas do processo e da organização do trabalho;
- os riscos existentes e as causas dos riscos;
- medidas de controle de risco (ou preventivas), de equipamentos de proteção coletiva necessária e equipamentos de proteção individual;
- procedimentos em caso de acidente doenças e agravos à saúde;
- treinamentos estar imbuídos do espírito de transparência e contemplar a seqüência descrita na análise da conjuntura existente, inclusive definindo pontos de controle dos riscos existentes.

O pessoal de áreas de laboratórios químicos e de processamento de material biológico, também os envolvidos diretamente com os processos de higienização, coleta, transporte, tratamento, e armazenamento de resíduos, deve ser submetido a exame médico admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissional, conforme estabelecido no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho e Emprego.
Cuidados no manuseio de produtos químicos: Recomenda-se o uso de Equipamento de Proteção Individual – EPI e Equipamento de Proteção Coletiva – EPC de acordo com os riscos associados ao material. Jamais se deve utilizar vidraria ou recipientes plásticos que contenham ou contiveram produtos químicos para uso pessoal. Sempre que for necessário o manuseio de produtos químicos, devem-se respeitar as incompatibilidades e manter, em local de conhecimento de todos os profissionais que tenham acesso a estes produtos, a Ficha de Informação de Segurança do Produto Químico – FISPQ do fabricante.
Equipamento de proteção individual: EPI – É um dispositivo de uso individual, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador, atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional ou funcional.
Os equipamentos de proteção devem ser utilizados pelos funcionários que manuseiam algum material que ofereça risco no laboratório, durante procedimentos básicos, no labor com os vários tipos de resíduos sejam em serviços de saúde ou químicos.
Devem ser utilizados de acordo com as recomendações normativas do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

IDENTIFICAÇÃO DOS GRUPOS DE RESÍDUOS

Grupo A - resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção;
Os resíduos do grupo A são identificados pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos.
Devem ser submetidos a tratamento antes da disposição final.
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Grupo B – resíduos químicos;
Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
Os resíduos do grupo B são identificados através do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco.

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Grupo C – rejeitos radioativos;
Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados nas normas do CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista.
Os rejeitos do grupo C são representados pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão MATERIAL RADIOATIVO.

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Grupo D – resíduos comuns;
Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Os resíduos do grupo D podem ser destinados à reciclagem ou à reutilização. Quando adotada a reciclagem, sua identificação deve ser feita nos recipientes e nos abrigos de guarda de recipientes, usando código de cores e suas correspondentes nomeações, baseadas na Resolução CONAMA no 275/01, e símbolos de tipo de material reciclável. Para os demais resíduos do grupo D deve ser utilizada a cor cinza ou preta nos recipientes. Pode ser seguida de cor determinada pela Prefeitura. Caso não exista processo de segregação para reciclagem, não há exigência para a padronização de cor destes recipientes.

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Grupo E – materiais perfurocortantes
Os materiais perfurocortantes devem ser descartados separadamente, no local de sua geração, imediatamente após o uso ou necessidade de descarte, em recipientes, rígidos, resistentes à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificados, atendendo aos parâmetros referenciados na norma NBR 13853/97 da ABNT, sendo expressamente proibido o esvaziamento desses recipientes para o seu reaproveitamento.
Os produtos do grupo E são identificados pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE, indicando o risco que apresenta o resíduo
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Controle de Qualidade:

                             O monitoramento e avaliação do progresso de qualquer gestão de resíduos devem ser baseados em instrumentos de aferição, denominados indicadores, que serve para saber a qualquer momento qual é a situação em relação ao que foi planejado. Os indicadores são descrições operacionais (em quantidade, em qualidade, de acordo com o público alvo ou localização) dos objetivos e resultados do Programa e que podem ser medidos.
Os indicadores, portanto, devem servir para avaliar resultados. Eles podem medir o desempenho do Programa (estágio de andamento do projeto ou de uma atividade, durante a fase de execução) ou o impacto do Programa (efeitos que o plano gerou na população-alvo ou no meio socioeconômico).
Um número limitado de indicadores e de fontes de verificação pode substituir uma infinidade de dados e de estatísticas acumuladas nos projetos e, ao mesmo tempo, aumentar a qualidade do acompanhamento. Muitas vezes, os bons indicadores só são “descobertos” durante a ação. Assim, não se deve hesitar em rever os indicadores durante as revisões periódicas do PGRSS.

O controle de qualidade deve ser no mínino:

Sensível:   Capaz de registrar diversos tipos de modificações num dado período de tempo;
Específico: atribuído a um objetivo/ resultado. O mesmo indicador geralmente só pode ser utilizado uma vez;

Mensurável: Seja em termos quantitativos ou qualitativos;

 Exeqüível: os dados necessários para sua leitura estão à disposição podendo ser obtidos no tempo necessário e mediante recursos proporcionais ao objetivo a ser medido;

Plausível: as mudanças medidas estão diretamente ligadas às intervenções do programa;

Confiável: quando utilizado por várias pessoas, num contexto idêntico, chega ao mesmo resultado.

Conclusão

Ao realizar a capacitação sobre o controle de resíduos, seja na geração, no manuseio no acondicionamento ou até mesmo no descarte, pode se afirmar que ao adquirir conhecimento relativo ao assunto “A importância no controle e descarte dos resíduos laboratoriais”. Mas, é o momento para iniciar uma mudança de cultura para colocar em prática aquilo que foi pesquisado e abordado neste trabalho. Pode-se concluir que o assunto abordado nesta capacitação e a utilização da legislação pertinente, é suficiente para iniciar o trabalho e repassar práticas de gestão de resíduos em laboratório seja ele de ensino, pesquisa, ou industrial, com atividades de risco biológico ou riscos químicos.

Referências:

RDC n. 306, de 7 de dezembro de 2004. Dispõe sobre o regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Disponível em:<http://www.anvisa.gov.br/e-legis/>. Acesso em: 04 set. 2012.
Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Resolucao 358, de 29 de abril de 2005. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35805.pdf>. Acesso em: 05 set. 2012.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10004: Resíduos sólidos – Classificação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004;
Portaria no 3.214, de 08 de junho de 1978 – Norma Reguladora – NR-6 – Equipamento de Proteção Individual e NR-7- Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Disponível em:
<http://www.mte.gov.br/epi/>. Acesso em: 06 set. 2012.
Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Manual de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde / Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
182 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) ISBN 85-334-1176-6