Educação e Pedagogia,Educação Especial e Educação Inclusiva

COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM PARA ALUNOS EM IDADE ESCOLAR (EM SALA DE AULA E/OU AEE)

Este trabalho trata sobre o apoio a comunicação e linguagem para alunos em idade escolar, em sala de aula e/ou atendimento educacional especializado, e tem como proposta desenvolver e construir de forma cognitiva e com associações de imagem e palavras, o processo de ensino-aprendizagem de crianças com diferentes dificuldades e/ou deficiências e tem por finalidade apresentar um estudo referente à educação inclusiva demonstrando que a escola é de todas e para todas as crianças e, portanto deve atender qualquer aluno que não se encaixa no modelo ideal, oferecendo educação de qualidade.

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A importância de desenvolver a psicomotricidade

A Psicomotricidade no processo ensino-aprendizagem visa contribuir de forma pedagógica para o desenvolvimento integral da criança, tendo em vista o aspecto mental, psicológico, social, cultural e físico, no qual acredita-se que as atividades de psicomotricidade possam ser trabalhadas no contexto escolar de forma a auxiliar no processo de aprendizagem do aluno. Assim o objetivo deste artigo foi analisar a importância da psicomotricidade na infância e como esta poderia auxiliar na aprendizagem do aluno, esclarecendo que o aprender não se restringe apenas em atividades isoladas, precisando haver objetivos a serem alcançados pelos professores, para que a partir daí os alunos possam criar e se expressar, no ambiente escolar. A metodologia utilizada baseou-se na leitura e análise de livro e artigos científicos, subordinados ao tema “psicomotricidade”. A pesquisa foi feita em contexto de biblioteca, revisão de artigos e revisão de livros. A psicomotricidade, como ciência da educação busca entender os movimentos corporais tendo uma ligação com o desenvolvimento cognitivo. O objetivo psicomotor é a possibilidade do aluno desenvolver as ações do corpo e expressar-se por meio dela, para que o corpo se desenvolva. O sujeito vai se construindo através da troca de olhares, toques e carícias, primeiramente com os parentes (pais ou responsável), depois com outras pessoas (professores) ampliando as suas relações sociais (BARROS, FERREIRA, HEINSIUS, 2008). Partindo desse pressuposto, esse artigo propôs refletir sobre como a psicomotricidade se faz necessária na prática pedagógica da escola ajudando nos desenvolvimentos corporais, cognitivo e afetivo na infância.

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DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: O CONCEITO

conceito de Deficiência intelectual, passou no decorrer dos anos por diversas definições e terminologias para caracterizá-la, tais como: Oligofrenia, Retardo mental, Atraso mental, Deficiência mental, etc. De acordo com Krynski et al. (1983), esse tipo de deficiência é um vasto complexo de quadros clínicos, produzidos por várias etiologias e que se caracteriza pelo desenvolvimento intelectual insuficiente, em termos globais ou específicos.

Segundo a Associação Americana de Deficiência Mental (AAMR) e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), Deficiência Intelectual ou Deficiência Mental (DM – como não é mais chamada) é o estado de redução notável do funcionamento intelectual, significativamente abaixo da média, oriundo no período de desenvolvimento, e associado à limitações de pelo menos dois aspectos do funcionamento adaptativo ou da capacidade do indivíduo em responder adequadamente às demandas da sociedade em comunicação, cuidados pessoais, competências domésticas, habilidades sociais, utilização dos recursos comunitários, autonomia, saúde e segurança, aptidões escolares, lazer e trabalho.

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Tecnologia Assistiva

Tecnologia Assistiva – TA é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão. (BERSCH & TONOLLI, 2006) .
Num sentido amplo percebemos que a evolução tecnológica caminha na direção de tornar a vida mais fácil. Sem nos apercebermos utilizamos constantemente ferramentas que foram especialmente desenvolvidas para favorecer e simplificar as atividades do cotidiano, como os talheres, canetas, computadores, controle remoto, automóveis, telefones celulares, relógio, enfim, uma interminável lista de recursos, que já estão assimilados à nossa rotina e, num senso geral, “são instrumentos que facilitam nosso desempenho em funções pretendidas”.

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Educação Especial

A inclusão da pessoa com deficiência no âmbito escolar é um debate atual que demanda a organização de várias propostas de trabalho, pelas especificidades inerentes à pessoa humana e pelas diversas barreiras existentes no contexto escolar.

Ao se pensar essa inclusão é importante refletir acerca do que é incluir de fato, já que se trata de um tema polêmico do ponto de vista da prática educacional. De acordo com Sassaki (2006), a integração propõe a inserção parcial do sujeito, enquanto que a inclusão propõe a inserção total. Para isso, a escola, como instituição que legitima a prática pedagógica e a formação de seus educandos, precisa romper com a perspectiva homogeneizadora e adotar estratégias para assegurar os direitos de aprendizagem de todos. Contudo, tais estratégias dependem das especificidades de cada pessoa, da experiência, e da criatividade e observação do professor com sensibilidade e acuidade, além de uma formação inicial e continuada que o encaminhe para isso.

Documentos, como, por exemplo, a Declaração de Salamanca (1994), defendem que o princípio norteador da escola deve ser o de propiciar a mesma educação a todas as crianças, atendendo às demandas delas. Nessa direção, a inclusão traz como eixo norteador a legitimação da diferença (diferentes práticas pedagógicas) em uma mesma sala de aula para que o aluno com deficiência possa acessar o objeto de conhecimento. “Acessar” aqui tem um papel crucial na legitimação da diferença em sala de aula, pois é preciso permitir ao aluno que tenha acesso a tudo, por outras vias, que eliminem as barreiras existentes. Isso poderá ocorrer por meio de alternativas diversas (jogos, brincadeiras e experimentação de diferentes estratégias) que o professor precisará buscar para tratar dos conhecimentos em sala de aula, perpassando, portanto, como se disse anteriormente, pela sensibilização, criatividade e formação necessárias a esse professor.

Assim, dentro da perspectiva social de deficiência podemos afirmar que a pessoa com deficiência procura outro percurso de desenvolvimento distinto daquele que está impedido biologicamente (VYGOTSKY, 2004). A pessoa cega, por exemplo, aprende e se desenvolve na busca de novos acessos, cognitivos e sociais, utilizando-se do braile e de recursos de tecnologia de informação e comunicação acessíveis. Já a pessoa surda, usuária da língua de sinais, tem acesso ao objeto de conhecimento por meio dessalíngua.

É importante ressaltar que a concepção de que os alunos não começam sua apropriação do sistema de escrita alfabética do zero também é válida para as crianças com deficiência (REILY, 2004). A escola deve disponibilizar recurso e tecnologia assistiva, a fim de promover condições de acessibilidade, segurando, assim, plena participação e possibilidade de aprendizagem às crianças com deficiência em igualdade de oportunidade com as demais crianças.

No âmbito da teoria sócio-histórica, uma educação inclusiva deve ser fundamentalmente de caráter coletivo e considerar as especificidades dos estudantes. Por meio das interações sociais, e pela mediação semiótica, dá-se a reorganização do funcionamento psíquico de pessoas com e sem deficiência, favorecendo-lhes o desenvolvimento superior.

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INCLUSÃO NA ESCOLA: Dificuldades e Possibilidades

A inclusão de estudantes com deficiência no sistema regular de ensino se baseia na perspectiva de uma educação para todos, pois, ao serem feitas adaptações pedagógicas que atenda o aluno que apresenta algum tipo de deficiência, leva-se em conta distintas formas de aprender e de ensinar. Pensando em como realizar da melhor maneira as práticas inclusivas para essas pessoas, de forma a desenvolver suas potencialidades, busca-se também a qualidade do ensino para todos os estudantes, independentemente de terem ou não deficiência.

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Os paradigmas da comunicação e a leitura pelos educadores

1   INTRODUÇÃO

          Tecnologias de informação e comunicação e a problematizarão – TIC são ferramentas imprescindíveis para a difusão e produção do conhecimento, assim como o concebemos. Essa tendência vem quebrando paradigmas abrindo portas consolidando nosso contexto social pós-moderno, auxiliando o educador em sua missão. Podemos frisar que se trata de uma reconfiguração na estrutura de Conexional intelectual, anexando e agregando valores educacionais dentro de uma estrutura, a tecnologia da informação visa solucionar problemas inerentes a educação assim como a concebemos ,implantando novos recursos e ferramentas didáticas nos aspecto tecnológico, tornando prática e inovadora a educação em nosso país. Essas ferramentas anexadas a arte de ensinar tem como prioridade o conectar tanto educandos como discentes em seu contexto. Este Trabalho de Conclusão de Curso visa apresentar uma reflexão de percepção cognitiva e um vislumbre na construção do conhecimento por meio do uso de novas tecnologias ,como exemplo o computador .Podemos observar que as primeiras iniciativas de inserção do computador na educação nacional hodiernamente insere as TIC e os ambientes virtuais de colaboração e aprendizagem, revelando  maior expressão a questão da independência existencial dos sujeitos do conhecimento a saber discentes e docentes.

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Contribuições pedagógicas na sala de recursos multifuncionais para aprendentes com deficiência intelectual

Apresenta-se no texto uma abordagem reflexiva no ato de qualificar aprendentes com deficiência intelectual numa perspectiva de integração das diversidades, partindo de princípios focados no desenvolvimento dos aprendentes nesta condição, considerando a Teoria das Inteligências Múltiplas do psicólogo e neurologista Gardner, a contribuição do lúdico no desenvolvimento e modificação cerebral, intrínseca a pedagogia da afetividade e assim, constituindo uma intervenção humana e igualitária.
Conhecer a dinâmica do cérebro humano através da neurociência fortalece o conhecimento de como se dá seu funcionamento, realizando descobertas fascinantes sobre o processo de ensino-aprendizagem tanto nos aprendentes ditos normais como naqueles que em sua individualidade apresenta condição especial que permanecerá ao longo da sua vida. Rosinni (2011) descreve que:

A falta de afetividade leva à rejeição aos livros, à carência de motivação para a aprendizagem, à ausência de vontade de crescer. Portanto, uma das nossas máximas é: “Aprender deve estar ligado ao ato afetivo, deve ser gostoso, prazeroso”. (Pág. 15 e 16)

Visto que, incluir ainda é um tema de complexa reflexão, busca-se repensar a prática e utilizar de artifícios que fortaleça a capacidade de valorizar as inteligências humanas, valorizando o sujeito como um todo. Aqui, a Teoria das Inteligências Múltiplas é parceira no intuito de buscar um ensino individualizado e multidisciplinar dos aprendentes em questão. É uma possibilidade de ampliar as aptidões dos mesmos em sua totalidade.
Além disso, a oferta das atividades lúdicas contribuem para exercitar o cérebro e por sua vez, ensinar de várias maneiras e levar o conhecimento em inúmeras possibilidades promovendo ações de estratégia e resolução em diversas situações, consolidando o processo de aprendizagem e aquisição do conhecimento. Zapparoli (2012) relata em sua obra:

Descobri, por meio das atividades lúdicas e muita afetividade, um canal para minha atuação pedagógica. Percebia que, quando estavam motivados e tinham um mediador que acreditasse em suas capacidades, eles também podiam aprender e se desenvolver, não no mesmo ritmo da criança sem deficiência, mas em um processo lento, onde em cada pequena resposta era uma comemoração. (Pág.20)

Estes fatores tornam possível uma inclusão eficaz que beneficiam a todos e os incluem como sujeitos construtores da sua própria história e os resguardam de resultados viáveis como o desenvolvimento de suas capacidades plenas, sejam elas, acadêmicas, sociais e/ou interpessoais.
O percurso metodológico foi fundamentado no método dedutivo, com abordagem qualitativa, utilizando-se de pesquisa bibliográfica abordando aspectos que foram experimentados na prática pedagógica na sala de recursos multifuncionais com o objetivo de comprovar o desenvolvimento global e concretizar estas ideologias pedagógicas na prática afim de fundamentar metodologias e técnicas que promovem avanços na aprendizagem dos aprendentes com Deficiência Intelectual.
Os resultados alcançados na pesquisa mediante a observação por relatórios anteriores e atuais que sinalizam o desenvolvimento das atividades, a mudança no comportamento diante do objeto de aprendizagem tanto do ponto de vista acadêmico como sócios afetivos. Pois, competências foram identificadas, habilidades foram transformadas, sonhos foram resgatados e comportamentos foram modificados constituindo o indivíduo como um todo no mundo em que o cerca.

Apresenta-se no texto uma abordagem reflexiva no ato de qualificar aprendentes com deficiência intelectual numa perspectiva de integração das diversidades, partindo de princípios focados no desenvolvimento dos aprendentes nesta condição, considerando a Teoria das Inteligências Múltiplas do psicólogo e neurologista Gardner, a contribuição do lúdico no desenvolvimento e modificação cerebral, intrínseca a pedagogia da afetividade e assim, constituindo uma intervenção humana e igualitária.
Conhecer a dinâmica do cérebro humano através da neurociência fortalece o conhecimento de como se dá seu funcionamento, realizando descobertas fascinantes sobre o processo de ensino-aprendizagem tanto nos aprendentes ditos normais como naqueles que em sua individualidade apresenta condição especial que permanecerá ao longo da sua vida. Rosinni (2011) descreve que:

A falta de afetividade leva à rejeição aos livros, à carência de motivação para a aprendizagem, à ausência de vontade de crescer. Portanto, uma das nossas máximas é: “Aprender deve estar ligado ao ato afetivo, deve ser gostoso, prazeroso”. (Pág. 15 e 16)

Visto que, incluir ainda é um tema de complexa reflexão, busca-se repensar a prática e utilizar de artifícios que fortaleça a capacidade de valorizar as inteligências humanas, valorizando o sujeito como um todo. Aqui, a Teoria das Inteligências Múltiplas é parceira no intuito de buscar um ensino individualizado e multidisciplinar dos aprendentes em questão. É uma possibilidade de ampliar as aptidões dos mesmos em sua totalidade.
Além disso, a oferta das atividades lúdicas contribuem para exercitar o cérebro e por sua vez, ensinar de várias maneiras e levar o conhecimento em inúmeras possibilidades promovendo ações de estratégia e resolução em diversas situações, consolidando o processo de aprendizagem e aquisição do conhecimento. Zapparoli (2012) relata em sua obra:

Descobri, por meio das atividades lúdicas e muita afetividade, um canal para minha atuação pedagógica. Percebia que, quando estavam motivados e tinham um mediador que acreditasse em suas capacidades, eles também podiam aprender e se desenvolver, não no mesmo ritmo da criança sem deficiência, mas em um processo lento, onde em cada pequena resposta era uma comemoração. (Pág.20)

Estes fatores tornam possível uma inclusão eficaz que beneficiam a todos e os incluem como sujeitos construtores da sua própria história e os resguardam de resultados viáveis como o desenvolvimento de suas capacidades plenas, sejam elas, acadêmicas, sociais e/ou interpessoais.
O percurso metodológico foi fundamentado no método dedutivo, com abordagem qualitativa, utilizando-se de pesquisa bibliográfica abordando aspectos que foram experimentados na prática pedagógica na sala de recursos multifuncionais com o objetivo de comprovar o desenvolvimento global e concretizar estas ideologias pedagógicas na prática afim de fundamentar metodologias e técnicas que promovem avanços na aprendizagem dos aprendentes com Deficiência Intelectual.
Os resultados alcançados na pesquisa mediante a observação por relatórios anteriores e atuais que sinalizam o desenvolvimento das atividades, a mudança no comportamento diante do objeto de aprendizagem tanto do ponto de vista acadêmico como sócios afetivos. Pois, competências foram identificadas, habilidades foram transformadas, sonhos foram resgatados e comportamentos foram modificados constituindo o indivíduo como um todo no mundo em que o cerca.