A Acessibilidade e a Inclusão Social de Deficientes Físicos(cadeirantes) nas escolas Públicas-Estaduais: Superando as Barreiras na Educação

De acordo comos dados do Censo 2010, cerca de 45 milhões de pessoas declaram ter algum tipo de deficiencia no Brasil. Infelizmente independente do grau de dificuldade que esse individuo para se adaptar as normais de sobrevivencia em sociedade, na maioria das vezes, as possibilidades fisico- sociais oferecidas ainda são incipientes e precárias e quando o foco são especificamenteos cadeirantes, as barreiras arquitetônicas e sociais também existeme estão presentes em grande parte dos edificios urbanos e nas conformações estruturais das instituições de encino. O resultado observado são observados são cadeirantes excluídos ou recebendo tratamento inadequado. A presente pesquisa teve por objetivo verificar como as escolas públicas estaduais do município, se adequamaessa realidade e á inclusão social dos alunos cadeirantes e se esses estabelecimentos de encino se enquadram com o que estabelecem as normas da ABNT e a NBR9050/2004. Os resultados foram obtidos por meio de um questionário e com a análise dos dados foi possivel verificar que a maioria dos estabelecimentos escolares entrevistados, não possuem estruturas e acesso adaptados, conforme determina as normas supracitadas.

A inclusão social e a acessibilidade de pessoas com deficiencia no Brasil ainda é um assunto polêmico, o seu conceito estádiretamente ligado aos recursos oferecidos a este s indivíduos e, comotal inserção é feita da comunidade. Nos dias atuais, algumas iniciativas governamentais comtemplam os direitos dessas pessoas, porém, mesmo contando com pesquenos avanços legais é sabido que ainda são ormes os desafios e que são precárias e inicipientes as soluções perante tamanha demanda.

Trabalhar tais questões dentro de estabelecimentos educacionais, então, é algo ainda mais dificil , pois nem sempre essas instituições são adaptadas e amparadas a prestar serviço de qualidade, seja no que tange a adequação do ambiente físico ou na qualificação dos profissionais da educação. Quando se pensa na palavra acessibilidade físico ou na qualificação dos proficionais da educação. Quando se pensa na palavra acessibilidade, surge ideias, das convencionais rampas de acesso, ou das vagas de estacionamento garantidas e, quando o seu foco é o ambiente escolar, as diretrizes não mudam muito e, muitas vezes não se nota que o deficiente fisico necessita de uma estrutura bem mais ampla, ou seja, de apoio psicologico, social , além de respeitar e de igualdade perante os indivíduos.

A escola é sem duvida , um ambiente de socialização, e permite que os deficientes físicos compartilhem conhecimento não apenas por meio dos livros, mas também por meio do controle social com todos é extremamente importante, não apenas para eles, mas para o todo, já que as trocas de experiencias tendem a ser reciprocas. É exatamente nessa linha de pensamento que se objetivou essa pesquisa, tendo instrumento de análise o levantamento por meio de quaestionário sobre comoas instituições de encino público estaduais, situadas no município, estão se adequando em relçao á acessibilidade de alunos cadeirantes. Para tanto, foram observadas as estruturas físicas e de pessoal existentes, buscando identificar se estes estabelecimentos estão em consonânsia com o que determina a Associação Brasileira de Normas Técnicas- ABNT, que estabelece as principais normas para a acessibilidade de deficientes no país.

De acordo com os resultados obtidos nesta pesquisa, foi possível concluir que incluir uma pessoa portadora de necessidades especiais na sociedade e especificamente nas escolas regulares, não é algo tão simples como se parece. A garantia de igualde de direitos estabelecidas em lei, nem sempre é cumprida em sua totalidade e as condições de acesso e permanência nas escolas ás vezes é ineficiente.

Ao avaliar os dados coletados, foi possivel perceber que as barreirasarquitetonicas existentes nas escolas /colégios públicos- estaduais do municipio, são muito grandes, e essa falta de acessibilidade adequada impede muitos estudantes cadeirantes de usufruírem de um acesso livre a todos os ambiente da instituição, não bastante a ineficiencia da mobilidade ainda conta com a inicipiênciados dos obstáculos sociais, pois nem sempre a sociedade e o convívio do ambiente escolar é respeito em sua totalidade.

De maneira geral os objetivos desta forama foram alcançado, por meio daanálise dos dados levantando eda compreenção dos resultados com o que regue as normas da ABNT e da NBR 9050/2004. Foi possivel verificar que as adaptações de ordem física e de pessoal e de pessoal especializado estão de serem as adequadas e são minimemente efetivadas de acordo com o que determina a legislação e as normas supracitadas.

Diante dos argumentos expostos, e dos resultados da pesquisa, é possivel afirmar que existe uma nessesidade de mudança urgente no que tange as adaptações arquitetônicas das escolas/colégiosentrevistas , pois na verdade ao realizar uma reforma a fim de implantar um ambiente o que está sendo levando em consideração não são as necessidades especiais dos alunos cadeirantes e sim, a obrigatoriedade de cuprir minimamento o que a lei determina para assim fugir das multas e aborrecimentos judiciais.

Além da estrutura física precária, ainda existe ineficiência na inclusão social dessesalunos , por meio dos resultados obtidos concluiu- se que os professores possuem uma qualificação uma deficiente sendo que muitas vezes eles e os portadores de necessidades de apoio pedagogico e até mesmo psicológico, e não os tem.

Em suma foi possivel concluir que a acessibilidade e a inclusão de cadeirantes não tem eficiência nas/os escolas/cólégios, porém de forma duvidosa existe, e mesmo que de maneira gradativa, alguma alternativa estão sendo buscadas e efetivadas. É preciso determinar que esse processo inclusivo não deve ser entendido como um desafio, ou um conjunto de regras e mais regras que de alguma forma tornem os deficientes fisicos "diferentes" dos demais alunos, mas como uma união de leis e decretos que buscam abrigar todos os educandos, independente das suas diferenças, garantindo assim, qualidade de vida e uma educação igualitaria a todos os estudantes sejam cadeirantes ou não.

Referências

ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAAS. NBR- 14724 I nformação e documentação e documentação: formatação de trabalhos academicos. Rio de Janeiro, 2006.

BRASIL, Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº8069de julho de 1996.

IBGE. Censo Demografico  2010 . Disponivel em : http://www.censo2010.ibge.gov.brAcesso em 21 de outubro de 2013.

Raquel dos santo

São Sebastia do Cai - RS

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