A IMPORTÂNCIA DA LEITURA E O ACESSO A DIFERENTES GENÊROS TEXTUAIS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

 

            O processo de aquisição da linguagem escrita, para se inserir no mundo letrado em que vivemos é um dos mais importantes no que diz respeito a aprendizagem dos indivíduos, portanto o processo de alfabetização e letramento merece atenção e dedicação por parte dos pais e professores.

O presente trabalho traz a definição do que é alfabetização e letramento, se são coisas distintas ou iguais, dependentes ou interdependentes e se devem ser trabalhados juntos ou separado. Destaca a importância da leitura e o acesso a diferentes textos no processo de alfabetização e letramento, quais são os benefícios e porque é importante que o professor alfabetizador utilize essa estratégia como aliada na atividade pedagógica.

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

            Alfabetização consiste em adquirir e dominar as tecnologias e ferramentas da leitura e da escrita, ou seja, da técnica. Já o letramento é o individuo que domina as técnicas da alfabetização, fazer o uso delas em situações sociais reais. Se o aluno não é letrado, não consegue utilizar as técnicas adquiridas com a alfabetização em sua totalidade. O termo letramento surgiu no Brasil, na década de 80.

            Segundo Soares (2001, p.34):

                                               O termo letramento surgiu porque apareceu um fenômeno novo que não

                                                               existia antes, ou, se existia, não nos dávamos conta dele, e, como não

                                                               dávamos conta dele, não tínhamos nome para ele.

                Scarpa (2006) define alfabetização e letramento respectivamente:

                                               Pode ser uma aprendizagem de natureza perceptual e motora ou de

                                                               natureza conceitual. O ensino, no primeiro caso, pode estar baseado

                                                               no reconhecimento e na cópia de letras, sílabas e palavras. No segundo,

                                                               no planejamento intencional de práticas sociais mediadas pela escrita,

                                                               para que as crianças delas participem e recebam informações

                                                               contextualizadas. (SCARPA, 2006, p.1)

             Para Emília Ferreiro, importante pensadora no que diz respeito a alfabetização, não se separa alfabetização e letramento, pois entende que o letramento é algo que já deveria estar dentro do processo de alfabetização.

            Alfabetização consiste na consciência fonológica e fonêmica, identificação das relações fonema-grafema, habilidades de codificação e decodificação da língua escrita, conhecimento e reconhecimento dos processos de tradução da forma sonora da fala para a forma gráfica da escrita. Já o letramento é colocar em prática essas habilidades em situações sociais reais.

            Tanto a alfabetização e o letramento são processos de aquisição de um sistema escrito. A alfabetização tem uma dimensão individual e o letramento social.

            De maneira geral, podemos definir alfabetização como o processo de aquisição da leitura e da escrita, já o letramento são as práticas sociais de leitura e escrita.  Portanto alfabetização e letramento são práticas distintas que se complementam. Devem se fundir para que o indivíduo possa adquirir uma alfabetização plena, onde saiba decodificar o código escrito, saber para que ele serve e como usá-lo. Na sala de aula, alfabetização e letramento devem desenvolver-se de forma integrada. O letramento não pode se sobrepor a alfabetização, pois ambos são processos simultâneos.

LEITURA E ESCRITA

            O processo de ensino-aprendizagem, visando a alfabetização e o letramento, é essencial que desde o principio o aluno compreenda a função social da linguagem escrita e falada. Oferecer práticas sociais de leitura e escrita aos alunos que não tem acesso, é muito importante, os professores podem propiciar atividades como brincar de escrever, folhear livros, promover Contações de histórias e ler diariamente para os seus alunos. A leitura permite que o individuo exerça a cidadania. A professora Telma Weiss levanta um ponto importante:

“ler para os alunos, fazer com que eles leiam mesmo antes de saber ler, assumir a função de escriba para textos que a turma produz oralmente e promover situações que permitam a cada um deles escrever até que todos dominem de fato o sistema de escrita”. (extraído do texto “Alfabetizar é todo dia”, de Thales de Menezes.)

            Quando o professor solicita que o aluno que está em processo de alfabetização escreva uma palavra, deve solicitar também a interpretação daquilo que ele está escrevendo/lendo. Além de ajudar o indivíduo a pensar na estratégia de leitura que utilizou, resgata memórias de leituras e contextos já vistos com a palavra em questão, contribuindo para a alfabetização aliada ao letramento.

            Claúdia Molinari, professora argentina, pesquisadora de alfabetização, diz que:

”hoje vemos que há uma relação direta entre as estratégias e a forma de ensino adotadas pelos professores e o aprendizado real. É preciso ter uma visão de conjunto e refazer o projeto pedagógico e o planejamento constantemente. A boa alfabetização depende de se criar no professor essa prática cotidiana de observação e intervenção consciente”. 

                Crianças expostas a leituras antes da alfabetização e durante o processo, podem lidar com a linguagem com maior desenvoltura. Durante o processo de escrita da criança o professor deve estimular que ela se comunique, justificando as hipóteses surgidas.

            Quando os alunos têm acesso a situações reais de uso da escrita, elas vão entendendo sobre o funcionamento do sistema, por isso deixar estímulos na sala de aula, que introduza essas informações pode trazer resultados positivos.

            O letramento está presente na vida das crianças desde a educação infantil, pois atualmente elas são expostas a vários estímulos visuais proporcionados pelas novas tecnologias de informação e comunicação, o que faz surgir o interesse em saber o significado das letras e palavras presentes em propagandas, músicas, livros, jogos, etc.

            É possível fornecer espaços de acesso á leitura e escrita desde a educação infantil, sem prejuízos as aprendizagens lúdicas que as crianças pequenas devem ter. É bem comum os professores terem uma visão limitada e até mesmo equivocada sobre como se deve dar esse contato com a leitura na educação infantil.

            Scarpa (2006) discorre sobre isso:

Como se a escrita entrasse por uma porta e as atividades com outras linguagens (música, brincadeira, desenho, etc.) saíssem por outra. Por outro lado, há quem valorize a presença da cultura escrita na Educação Infantil por entender que para o processo de alfabetização é importante a criança ter familiaridade com o mundo dos textos. (Scarpa, 2006, p.1)

                Magda Soares (2009), defende que as crianças devem ter na Educação Infantil acesso ao sistema alfabético e práticas de uso social da leitura e da escrita:

“Não basta aprender a ler e a escrever. As pessoas se alfabetizam, aprendem a ler e escrever, mas não necessariamente incorporam a prática da leitura e da escrita.”

            Soares (2009 p.1), diz como era concebido o processo de alfabetização no Brasil:

(…) até muito recentemente, assumia-se que a criança só poderia dar início ao seu processo de aprendizagem da leitura e da escrita em determinada idade e, por conseguinte, em determinado momento de sua educação institucionalizada: entre nós, no Brasil, aos 7 anos, idade de ingresso no primeiro ano do ensino fundamental. (Soares, 2009, p.1)

            Vale ressaltar que atualmente a idade de ingresso ao ensino fundamental é aos 6 anos de idade. Soares ainda comenta sobre esse equivoco de achar que a criança convive com o mundo letrado somente a partir do ensino fundamental:

Pressuposto falso, porque, nos contextos grafocêntricos em que vivemos, as crianças convivem com a escrita -umas, mais, outras, menos, dependendo da camada social a que pertençam, mas todas convivem – muito antes de chegar ao ensino fundamental e antes mesmo de chegar as instituições de educação infantil. (Soares, 2009. p.1)

IMPORTÂNCIA DA LEITURA

            A leitura, seja ela feita pelo indivíduo ou por um mediador proporciona benefícios, traz a familiarização com a escrita, enriquece o vocabulário, desenvolve habilidades de compreensão de textos, propicia o desenvolvimento da linguagem, a noção de estrutura da língua, estimula o prazer de ler, faz o individuo se tornar mais humano, traz conhecimentos e provoca muitas outras formas de crescimento. Quanto mais o indivíduo lê, mais letrado ele ser torna.

            Para Faria, a leitura:

Trata-se da tarefa de estimular o leitor a entender os códigos de imagem e a compreender elementos do encadeamento narrativo. É um exercício que se dá no plano da percepção cognitiva, mas que não significa ler pelo aluno ou fixar determinado tipo de leitura: apenas auxiliá-lo a perceber os elementos mais aparentes da narrativa, para que ele venha a ler com autonomia não um determinado livro, mas diversos livros. (Faria,2006. p. 129)

            Para Cosson é necessário:

É justamente para ir além da simples leitura que o letramento literário é

fundamental no processo educativo. Na escola, a leitura literária tem a função de nos ajudar a ler melhor, não apenas porque possibilita a criação do hábito de leitura ou porque seja prazerosa, mas sim, e sobretudo, porque nos fornece como nenhum outro tipo de leitura faz, os instrumentos necessários para conhecer e articular com proficiência o mundo feito linguagem (p. 30).

                Ler ou escutar um texto, proporciona uma interação no interior do sujeito com os conhecimentos prévios adquiridos, gerando a produção e atribuição de significados e abrangendo as possibilidades de utilização de linguagens diversas.

LEITURA DIVERSIFICADA E O ACESSO A DIFERENTES GÊNEROS TEXTUAIS

            A leitura é o instrumento para o individuo exercer a cidadania, por isso é importante proporcionar aos alunos durante o processo de alfabetização e letramento, o acesso a uma variedade de textos e gêneros, de biologia, científicos, geografia, artes, história, jornal, revistas, receitas, contos, fábulas, literatura, entre outros. Não podemos deixar de levar em consideração, que é necessário escolher textos de acordo com o repertório da turma e com a linguagem adequada para a idade, tornando a aula mais prazerosa e agradável.

            Leituras variadas também ampliam o conhecimento de mundo dos alunos e propiciam que eles desfrutem todo conhecimento científico que está nos livros e participem de uma cultura na qual a escrita e a leitura proporciona o acesso a diversos conhecimentos.

            Adquirir consciência fonológica é essencial no processo de alfabetização e letramento, ela pode ser trabalhada a partir de atividades com músicas, parlendas, poemas, poesias, cantigas de roda, entre outros. Através dessas atividades, os alunos vão percebendo palavras que começam com o mesmo som, letras em comuns, palavras que começam e terminam com a mesma letra, percebem os sons que delimitam a fala, semelhanças etc.

            É importante trabalhar na sala de aula, além de textos literários, trabalhar textos informativos, que podem ser recuperados a partir de interesses dos alunos, histórias em quadrinhos, textos jornalísticos, injuntivos, que orientam a prática de jogos e mostram suas regras. Ao introduzir diversos e diferenciados gêneros de textos, é interessante levar os alunos a identificarem o objetivo de cada gênero, o leitor a que se destina e sua funcionalidade.

            São muitas as situações que os alunos podem perceber a função da escrita para fins diversos e que possibilita o uso em práticas de interação social. As salas de aulas devem ser ricas em elementos alfabetizadores escritos (calendário, chamada, cartazes, aniversariante do mês, ajudante do dia entre outros), e orais (leituras em voz alta, relatos de passeios, experiências, questionamentos etc.).

            Soares destaca:

Escrita espontânea, observação da escrita do adulto, familiarização com as letras do alfabeto, contato visual frequente com a escrita de palavras conhecidas, sempre em um ambiente na qual estejam rodeadas de escrita com diferentes funções: calendário, lista de chamada, rotina do dia, rótulos de caixas de material didático, etc. (Soares, 2009, p. 1)

            A escola deve propiciar a difusão da literatura para que se avance no processo de letramento, pois quando os alunos dominarem os diversos gêneros que o letramento se constitui, o indivíduo se humaniza e torna-se uma pessoa consciente, capaz e agir e transformar a realidade em que vive.

            As leituras para os alunos não devem ser verticais, e sim horizontais, é fundamental abrir espaços para que os alunos participem, fazendo comentários sobre o que foi lido, expondo opiniões, expondo o que foi aprendido, se ficou dúvidas e até mesmo sugerindo temas e materiais de leitura.

            A ação de estimular os alunos a falarem, antes da leitura de determinados temas, os seus conhecimentos, pode trazer resultados positivos, e depois pode-se questionar o que mais eles aprenderam com o aprofundamento do tema. Pode-se trabalhar também com rodas de leituras e escrita de um diário.

            Trabalhar com projetos pode auxiliar na apresentação e aprendizagem de diversos gêneros textuais, e é importante envolver os alunos para que eles se sintam representados e parte do projeto, deve-se ter um propósito final bem definido.

            Delia Lerner cita sobre projetos:

” As sequências de atividades estão direcionadas para se ler com as crianças diferentes exemplares de um mesmo gênero ou subgênero (poemas, contos de aventuras, contos fantásticos…), diferentes obras de um mesmo autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema […] as sequências incluem situações de leitura cujo único propósito explícito – compartilhado com as crianças – é ler.”  

            Ao fazer atividades de leituras em voz alta, o professor deve solicitar que os alunos leiam em voz alta e utilizem tom de voz e entonação adequados para o tipo de gênero apresentado. Os alunos devem ser estimulados a analisarem textos escritos pelas turmas e revisarem para verificar se está de acordo com o gênero textual trabalhado.

            Ler histórias com frequência para os alunos, é uma atividade de letramento indispensável, pois ao se colocarem como ouvintes, os alunos adquirem conhecimentos e habilidades que são significativas para inserção no mundo escrito. Kleiman ressalta: não é durante a leitura silenciosa, nem durante a leitura em voz alta, mas durante a conversa sobre aspectos relevantes do texto”. (KLEIMAN, 2007:24).

 Os livros permitem que os alunos comecem a se familiarizar com o texto escrito em sua forma material. Erica Paz, Aurora Mariotti e Maira Knestch ressaltam:

O Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil – RCNEI (1998, vol 3) ressalta a importância do manuseio de matérias, de textos (livros, jornais, cartazes, revistas, etc.), pelas crianças, uma vez que ao observar produções escritas a criança, vai conhecendo de forma gradativa as características formais da linguagem. (Paz, Mariotti, Knestch, 2000 p.1)

                É através do manuseio dos livros que as crianças aprendem a folhear, imitar sons e a fazer gestos como se estivessem lendo. Por isso é importante propiciar um ambiente favorável ao letramento, que traga a possibilidade de presenciar e participar de situações de iniciação a leitura. Manusear livros também amplia a capacidade das crianças perceberem o que está ilustrado e o que está escrito. Soares fala sobre o manuseio de livros:

(…) leva a criança a se familiarizar com a materialidade do texto escrito: conhecer o objeto livro ou revista, descobrir que as marcas na página – sequências de letras – escondem significados, que textos é que são “para ler”, não as ilustrações, que as páginas são folheadas da direita para a esquerda, que os livros são lidos da esquerda para a direita e de cima para baixo, que os livros têm autor, ilustrador, editor, têm capa, lombada…(Soares, 2009, p.1).

            Disponibilizar o contato com diversos gêneros nas escolas, faz parte das condições de letramento. É necessário promover discussões sobre os assuntos trabalhados nos diversos textos e abrir espaços para a reflexão, estimulando os alunos a fazerem questionamentos, observações, antecipações, inferências, estabelecendo conexões entre as informações novas e os conhecimentos prévios.

            O ideal é os professores ensinarem muito mais do que a leitura simples, ir para a dimensão da leitura literária, que fornece os instrumentos necessários para conhecer e articular a linguagem, ajudando na formação de alunos letrados, críticos e que tenham proficiência no uso da linguagem.

Cosson faz observações:

É justamente para ir além da leitura que o letramento literário é fundamental no

processo educativo. Na escola, a leitura literária tem a função de nos ajudar a ler melhor, não apenas porque possibilita a criação do hábito de leitura ou porque seja prazerosa, mas sim, e sobretudo, porque nos fornece, como nenhum outro tipo de leitura faz, os instrumentos necessários para conhecer e articular com proficiência o mundo feito linguagem.(Cosson 2006, p.30).

            O letramento é um processo ativo. Pessoas letradas são leitores ativos, que interagem com os textos que leem, pensando, recebendo a palavra escrita, construindo significados e modificando seus pensamentos, com base em seus conhecimentos prévios, valores e experiências. Nas salas de aulas é necessário que os professores respeitem as vozes e visões dos alunos, valorizem a curiosidade e os pensamentos desses indivíduos.

 Segundo Aguiar (2004: 19), "o aumento de leitores está diretamente relacionado, como ocorre de resto em toda a sua trajetória, à função da escola como promotora da leitura".

Magda Soares (2006) afirma que a escola deve formar leitores competentes para a ampla variedade de textos que circulam em nossa sociedade e, portanto, desenvolver diferentes habilidades de leituras, como a de ler um poema, uma prosa literária, um texto informativo ou jornalístico, um manual de instrução, um texto publicitário, etc.

CONCLUSÃO

            A leitura diversificada aumenta a bagagem de conhecimento dos alunos, estimula a imaginação e a possibilidade produtora. As intervenções sobre o que está sendo lido, devem ser feitas antes e durante a leitura, para estimular a atividade cognitiva, assim os alunos vão pensando, inventando, imaginando, tirando conclusões, visualizando, resolvendo conflitos e criando soluções para as questões formuladas durante a leitura.

            Os professores devem atuar como mediadores do processo de alfabetização e letramento, mostrando para os alunos que a leitura é muito mais do que somente decifrar o código linguístico, e que é necessário compreender todo o corpo escrito contido na obra.

            É importante selecionar textos com linguagem acessível aos leitores, temas que eles se interessem, para que eles se sintam representados na obra e tenha a experiência da leitura prazerosa e significativa, atribuindo sentidos a essa leitura. Deve ser propiciado o acesso a diferentes gêneros e materiais, como listas de compras, projeto de pesquisa, textos científicos, receitas, catálogos, músicas, e-mails, conversas em plataformas digitais entre outros, todos imersos em diferentes práticas sociais, que poderão demandar operações mais simples ou mais complexas. Afinal o letramento é o individuo ter múltiplas habilidades de leitura e escrita, que devem ser aplicadas a uma ampla variedade de materiais de leitura e escrita.

            Durante o processo de alfabetização e letramento o individuo deve ser exposto a atividades variadas e instigantes. Ao proporcionar o contato com vários gêneros, o professor permite que o estudante conheça os aspectos de cada um, e as pistas que trazem sobre o conteúdo, assim o aluno é capaz de antecipar o que virá ao longo do texto, contribuindo para a qualidade da leitura. Assim o ensino irá formar leitores proficientes, críticos e reflexivos, metas de qualquer sociedade letrada.

Existem uma diversidade de métodos e procedimentos para alfabetização e letramento, cabe aos professores selecionarem aqueles que não exclua nem um e nem outro, mas que trabalhe os dois de forma integrada.

REFERÊNCIAS

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Bianca de Mattos

São Carlos - SP

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