Acessibilidade de Deficientes Físicos

Com o aumento demográfico nas áreas urbanas, sobrevindo um crescimento cada vez extraordinário das cidades, tornou-se compulsória a edição de listras consistentes com vistas assegurarem à estruturação do extensão urbana sob pena de torná-lo inviável.

Nesse sentido, sob o enfoque  contemporâneo da função gentil  da cidade, vários vistas  precisaram ser revistos em qualidade  da negligência praticada pelo arbítrio  Público na organização do espaço  urbano, que deixou de dar, historicamente, a participação da acúmulo  no planejamento da bazófia, impossibilitando assim que houvesse  a manifestação das bastantes  vozes que compõem o cosmo  urbano, desconsiderando a revés  deste, permitiu-se um alargamento  desordenado das cidades, sem lobrigar, dentre outras coisas, a rixa  da acessibilidade.

Historicamente, a interrupção urbana foi organizada voltando- ao desenvolvimento econômico e não em certificar o que hoje denominamos, direito à cidade, privilegiaram-se modelos que provocaram uma incomensurável precariedade urbana, visível francamente nos grandes centros urbanos. Como consequência disso, trincheiras de cunho histórico, sócio-político econômicos, bem como arquitetônicas, estão presentes, impedindo o desporte pleno da cidadania de gente com deficiência ou manuseio reduzida, dificultando o carregamento com independência.

Nesse teia, deve a população praticar  do Poder Público à realização  da igualdade material prevista  na Carta Magna, tornando-se  cumprir a legislação, emendando  as distorções e deformidades, cobrando a responsabilidade do cidade, ente federativo responsável pelas  questões de interesse ponto, que tem dever de incitar  políticas públicas de andadura  urbano que contemplem a totalidade  do espaço, de circunstância  inclusiva, assegurando dessa estalão  que as desigualdades sejam  superadas e ocorra de natureza igual  a concretização da ingresso  social de pessoas com crise  e com mobilidade reduzida  na cidade.

Assim, a fatiar do momento em que a receptividade passar a ser visão como um direito excessivo, um interesse do povo, assegurando-se o respeito à disparidade, principalmente, às pessoas com desconcerto, vislumbrar-se-á o quanto à praticabilidade é imperiosa na uniformidade.

Referências

AZEVEDO, E. M; CALEGAR, P.C; ARAÚJO, M.M. Acessibilidade Urbana no Estatuto da Cidade: O papel do Plano Diretor na Construção Dialógica de Cidades Sustentáveis. In: IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOCIEDADE INCLUSIVA, 2006, Belo Horizonte. Propostas e ações inclusivas: impasses e avanços.

BRASIL. Ministério das Cidades. Caderno Programa Brasil Acessível. Construindo uma Cidade Acessível. Brasília, DF: Ministério das Cidades, 2006.

David Ribeiro Silva

Guaiúba - CE

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