Pneus – Histórico, Tipos, Estrutura e Manutenção

O presente trabalho de conclusão do curso de “Mecânica e Manutenção de Automóvel”, ministrado pela Cursos Avante!, pretende tecer considerações acerca dos Pneus, componente indispensável em qualquer veículo automotor, pois ajuda a manter a vida útil dos componentes de todos os sistemas de um automóvel, proporciona conforto, segurança no que diz respeito a estabilidade e frenagens, além de reduzir custos com combustível quando se faz a escolha certa do pneu de acordo com o carro, finalidade, clima e pista a percorrer.

Trabalho tratará desde o surgimento dos pneus, quais tipos temos disponíveis hoje no mercado, sua estrutura composicional até como preserva sua vida útil e qual o momento oportuno para sua troca ou substituição.

Pneus e sua Historiografia

A palavra “pneu” tem sua origem etimológica na Grécia antiga do termo pneumatikós, que se refere a sofro, ao ar, respiração, passando por empréstimo pelos romanos em latim pneumáticus, expandindo por todas as outras línguas. Em 1845 já era possível encontrar a palavra grafada como é hoje nos dicionários da língua francesa significando “revestimento de borracha inflado por ar comprimido, usado nas rodas de veículos”.

O Pneu foi inventado no século XIX, pelo escocês Robert Wiliam Thompson, no ano de 1847. Naquela época ainda não existia a produção industrial de carros, mas sim, apenas protótipos bem rudimentares. O pneu foi inventado para utilização em carruagens puxadas por cavalos, composto inicialmente por várias camadas de tela impregnadas com uma solução de borracha, revestida na parte exterior por couro evoluindo com experimentação, por vários tubos de borracha com paredes finas, cheios de ar e ainda revestidos por uma camada de couro. Todavia, em 1830, o americano Charles Goodyear já estudava sobre o processo de vulganização da borracha que daria formato ao pneu através da elasticidade da borracha cozida com enxofre, além de reduzir de maneira significativa a trepidação e em 1845 houve o primeiro registro de patente do pneu pelos irmãos Michelin.

Em 1888, eis que surge o automóvel “moderno”, visando abandonar somente a força motriz do animal como meio de transporte, em busca de mobilidade, agilidade e rapidez, saindo de meros desenhos no papel para as ruas, na qual a fábrica Benz foi a pioneira na produção em massa de carros com pneus de borracha cheios de ar. Desse marco histórico, houve uma grande evolução no diz respeito aos pneus, em sua composição com acréscimo de novos materiais, sintéticos, químicos e derivados do petróleo.

De acordo com o SINPEC – Sindicato Nacional de Indústria de Pneumáticos:

No pneu de passeio, a borracha predomina, sendo 27% sintética e 14% natural. O negro de fumo constitui 28% da composição. Os derivados de petróleo e produtos químicos respondem por 17%, o material metálico (ou aço) por 10% e o têxtil por 4%.Os pneus de automóveis são projetados para suportar altas velocidades, enquanto os pneus de carga são fabricados de acordo com o peso que deverão sustentar. Com isso, a quantidade de borracha natural nos pneus de caminhões está em torno de 30%.

Tipos de Pneus

O mercado nos apresenta vários tipos de pneus de acordo com o tipo/modelo do veículo, a finalidade de seu uso e em que tipo de pista ele predominantemente irá trafegar. A busca pelo pneu ideal não pode perder de vista tais aspectos e, principalmente, as indicações do fabricante que constam no Manual do Proprietário, pois o tipo de pneu que já vem de fábrica no carro não é escolhido aleatoriamente, mas sim pela funcionalidade do veículo.

Embora o pneu possa ser considerado, primariamente, como um item de segurança do veículo, muitos proprietários o percebem também como um ornamento, de modo que preferem trocar os pneus e rodas de fábrica por outros que representam melhor o seu gosto estético. É importante lembrar que o Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN regula a questão da troca de pneus e rodas, especialmente no que diz respeito ao tamanho do aro. Ainda assim, há a possibilidade de trocar os pneus com segurança, desde que dentro das recomendações legais. Em todo caso, é importante também entender que cada pneu é indicado para um tipo de uso/finalidade.

Os pneus são divididos em pneus para carros de passeio, SUV, agrícolas, florestais e industriais cada tipo com suas categorias e subdivisões

Carros de Passeio

Os pneus para carros de passeio, os chamados tradicionais, simétricos, são usados em carros populares, que não tem desempenho elevado, não alcança velocidades tão altas e foca-se na longevidade da vida útil do pneu. São divididos em quatro categorias:

  • ON-ROAD: Desenvolvido para trafegar em pistas asfálticas, pois favorecer o desempenho do carro uma vez que aumenta a área de contato com o asfalto, trazendo maior aderência e escoamento de água.

  • OFF-ROAD: Desenvolvido para trafegar em estradas de terras e lama em período chuvoso. Voltados para a alta frenagem e estabilidade, para resistir a terrenos irregulares sem muita deformação. Para isso, possui banda de rodagem mais espaçada, carcaça reforçada e sulcos mais largos.

  • MISTO: Projetado para trafegar tanto no asfalto quanto na estrada de terra. Por isso, é um pneu mais caro do que os específicos para cada pista, porém é mais resistente e de estética arrojada. Indicado somente para carros que trafegam de fato nos dois tipos de solo, pois além de mais caro, aumenta o gasto de combustível e muito ruído quando alcança altas velocidades.

  • PNEUS VERDES ou ECOLÓGICOS: Apesar do nome, os pneus verdes possuem coloração verde, são assim denominados pela relação favorável com o meio ambiente. Devido a serem mais leves, duráveis, produzirem menos ruídos, além da diminuição do consumo de combustível que, consequentemente, diminui a emissão de gases poluentes na atmosfera. Tem excelente desempenho em pista molhada, reduzindo o risco de aquaplanagem.

Carros SUV

Os carros chamados SUVs são os utilitários esportivos, são robustos, altos e confortáveis para viagens de longos percursos. Seus pneus também classificados como assimétricos, devido as bandas de rodagens, possui maior contato com o solo e, normalmente, já vem de fábrica. Pouco ruído, maior desempenho em curvas e em pistas molhadas, suporta mais peso, devido a maior largura de sua borda externa. Contudo, apenas uma opção de rodízio, é mais caro e vida útil bem menor. Outro tipo de classificação para esses tipos de pneus é quanto ao suporte de velocidade máxima, chamando-os de Alta Performance (HP) e Ultra Performance (UHP) categoria superior.

  • HP: São mais largos, têm a parede lateral mais baixa e, geralmente, possuem desenhos diferenciados nas fissuras.

  • UHP: São feitos para ter ainda maior aderência em pista seca, maior durabilidade, tração e flexibilidade. Possuem menos sulcos e borracha mais macia para gerar maior aderência. Entretanto, ter menos sulcos acarreta em menor drenagem de água, por isso, no quesito pista molhada, os pneus de alta performance saem na frente.

Segundo o site Estadão no Jornal do Carro, o INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, classifica os carros como SUV’s de acordo com os seguintes atributos:

Altura ante o solo mínima de 18 centímetros, ângulo de entrada não inferior a 24° e de saída de 19° ou mais. Tais veículos precisam de pneus que suportem mais peso, que tenham grande estabilidade por conta da largura do carro e que tenham resistência a longas distâncias.

Carros Agrículas

Os pneus agrícolas são subdivididos entre: Diagonal, Radial, Alta Flutuação e Implemento. Os pneus para transporte agrícola usados em tratores, caminhões, dentre outros, tem um papel importante e integral nos processos agrícolas.

  • DIAGONAL: São os mais usados, tidos como tradicionais, pois são mais duráveis, rígidos, permitirem maior aderência e estabilidade na direção, maior resistência a impactos e menor consumo de combustível. Sua carcaça possui lonas de nylon cobertas de fibra têxtil sobrepostas, ou seja, uma por cima da outra, dando um aspecto diagonal.

  • RADIAL: Suas lonas da carcaça são dispostas em talões no sentido radial da circunferência, feitas de poliéster, cintas que enrijecem a área de rodagem, costado mais flexível se comparado aos pneus diagonais, sofrem menos deformação, contudo, são menos resistentes a impactos.

  • ALTA FLUTUAÇÃO: Pneus que possuem tração máxima e compactação mínima do solo, pois a compactação do solo devido ao trânsito na lavoura pode interferis no crescimento das raízes saudáveis, afetando no resultado da plantação. Assim, a banda de rodagem deve ser capaz de expulsar a terra que acumula nos sulcos dos pneus, a fim de garantir a tração e a baixa compactação.

  • IMPLEMENTO: É necessário que as bandas de rodagens sejam constituídas de raias longitudinais para que haja baixa resistência ao rolamento e boa flotação. São usados em máquinas de implementos agrícolas como os vagões, os semeadores, enfardadeiras e trator de plantio.

Florestal

Devem ser feitos de borracha resistente a cortes, furos e objetos que possam estar no solo. Seu uso é indicado para tratores florestais e operações agrícolas externas. Não indicados para transitar em pista asfáltica.

Industrial

Usados em carrinhos industriais, empilhadeiras, equipamentos portuários, dentre outros. Esse tipo de pneu exige bastante cuidado com a calibragem e pressão, devido ao trabalho em solos com inclinações e trajeto realizado sem carga.

OTR

O pneu OTR (off the road) ou Fora da Estrada são próprios para trilhas e, por isso, preparados para qualquer tipo de erosão, inclinações de variados graus, decidas, subidas entre outros. Esse pneu é reconhecido pelas inúmeras características físicas como a largura e altura, tipo e profundidade de banda de rodagem, desempenho em campo como flutuação e tração, estabilidade, resistência e dirigibilidade.

Pneus de Fórmula 1

Os Pneus utilizados na Fórmula 1 formam a parte do equipamento considerada por muitos como o componente mais importante dos carros. Apesar de visualmente parecidos, os pneus da Fórmula 1, não têm nada em comum com pneus de carros de passeio. A tecnologia de pneus da F1 fez um progresso enorme desde a parte adiantada do século 20. Hoje, as fórmulas que se usam são segredos bem guardados, mas os ingredientes principais incluem a borracha, o preto de carbono, óleos, enxofre e aditivos. A temperatura adequada para os pneus usados na categoria passa em torno de 100º C. Isso porque antes que o carro vá para a pista, os mecânicos colocam sobre eles aquecedores especiais e retiram no momento em que o piloto decidi ir para a pista. Um técnico verifica a temperatura dos pneus em cada troca.

Para facilitar o entendimento do público, a marca Pirelli pensou numa ideia para identificar cada tipo de pneu diferente pela cor. São eles:

  • Rosa: Pneus hipermacios. A grande novidade para 2018, cujo nome foi escolhido pelos fãs por meio de enquetes nas redes sociais – é o mais macio e, portanto, o composto mais rápido desenvolvido pela Pirelli. É apropriado para todos os circuitos que exigem altos níveis de aderência mecânica. Em contrapartida, a velocidade e a aderência extras fazem com que o hipermacio tenha uma vida útil consideravelmente menor do que os outros pneus da gama.

  • Violeta: Pneus ultramacios. Os pneus ultramacios foram uma das novidades da Fórmula 1 em 2016. Por ser um composto mais aderente que todos os outros, este tipo de pneus deverá ser usado apenas nas sessões de Treinos Livres e Classificação, visto que a vida útil dele dura apenas algumas poucas voltas. Durante os testes de pré-temporada, os pilotos conseguiram uma vantagem de quase 2 segundos de diferença, comparado aos melhores tempos dos pilotos que treinaram com os pneus supermacios.

  • Vermelho: Pneus supermacios (super soft).Os carros conseguem melhor aderência por se “prenderem” melhor ao chão, contudo, estes se desgastam mais rapidamente. Este ano, os compostos supermacios alcançam rapidamente a temperatura ideal muito mais rápido, oferecendo ao piloto um ritmo quase instantâneo. Este são ideais para circuitos lentos e sinuosos. A desvantagem é que estes se desgastam rapidamente sendo o menos durável de todos os compostos.

  • Amarelo: Pneus macios (soft). Estes pneus também aderem bem ao asfalto, mas se desgastam em pouco tempo. Estes podem ser até meia volta por segundo mais lentos que o supermacio. Contudo, sua durabilidade é superior. Estes podem ser os compostos mais usados em 2013, pois sua composição se adaptam em uma grande variedade de estilos de circuito.

  • Branco: Pneus médios (medium). Estes compostos são os pneus mais versáteis e se adaptam a todos os tipos de pista (seca). Estes são cerca de 0.8s mais rápidos que os pneus duros e podem ser considerados o composto mais equilibrado de todos.

  • Laranja: Pneus duros (hard). Estes pneus costumam demorar mais para aquecer e se prendem menos no asfalto, diminuindo a aderência dos carros. Contudo estes duram mais tempo. Em 2013 eles foram reformulados e tornaram mais macios que a mesma versão de anos anteriores. Seu visual também mudou – De cinza para laranja. Estes pneus são ideais para provas de longa duração e em circuitos com o asfalto mais abrasivo.

  • Verde: Pneus intermediários (intermediate). Os pilotos usam este quando a pista não está muito molhada e nem seca. Estes conseguem desprezar até 25 litros de água por segundo em plena velocidade.

  • Azul: Pneus para chuva (wet).Eles usam quando a pista está muito molhada. Estes pneus conseguem liberar 65 litros de água por segundo na sua velocidade máxima.

Pneu Run Flat

Novidade no mercado de pneus. Possui uma estrutura diferenciada que permite continuar rodando mesmo depois de furado, por uma distância de 80km e na velocidade de até 80km/h.

Essa nova tecnologia promete acabar com a necessidade de steps, mas possui seus altos e baixos, principalmente por ainda estar em fase de testes até que se torne popular. Apesar disso, os pneus Run Flat já estão sendo fabricados no Brasil, tanto para uso interno quanto para exportação. Afinal, o país é grande e a quantidade de carros que já podem começar a usufruir dessa novidade é suficiente para suprir cerca de 60 mil unidades por ano. Inclusive, um dos motivos para que a produção nacional começasse a existir era deixar de depender de peças importadas, pois dificultavam a pronta entrega. Nesse tipo de tecnologia, quando o pneu fura, ficando totalmente sem ar pressurizado no seu interior, o peso do carro fica apoiado em uma camada extra reforçada, enquanto nos pneus comuns, quando furados, as rodas ficam diretamente em cima da banda de rodagem, necessitando que pare de rodar imediatamente para evitar danos maiores e até acidentes.

Todavia, não são todos os carros que podem utilizar essa tecnologia, devem atender a algumas exigências como estarem equipados com sensor de pressão para garantir que o motorista perceba quando o pneu estiver sem ar, terem um projeto de suspensão especial, mais robusto, pois os pneus Run Flat são mais pesados, a suspensão e as rodas também precisam estar preparadas para receber recebê-los e, além de tudo isso, os pneus precisam ser homologados para cada modelo de veículo.

Estes fatores fazem dessa nova tecnologia em pneus um projeto em andamento, ainda restrito a carros Premium, como BMW, Audi, Mercedes e Porsche.

Composição

Os pneus são compostos basicamente da seguinte estrutura:

  • Superfície de rolamento: Aderência, quilometragem, proteção, baixa do ruído, aquaplanagem.

  • Cintas: Estabilidade, reforço nos flancos, estabilização da superfície de rolamento, quilometragem, precisão.

  • Carcaça: Pressão, torque, suspensão, fadiga, impermeabilidade.

  • Talão: Torque, conexão ao aro, vedação de ar.

  • Flancos: Proteção da carcaça, fadiga, proteção do talão, proteção contra envelhecimento.

Manutenção Dos Pneus

Assim como a maioria dos itens do carro, os pneus também precisam de manutenção para manter seu bom funcionamento e durabilidade. Para tal, na se pode perder de vista a calibragem, rodízio, alinhamento e balanceamento.

  • RODÍZIO DOS PNEUS: Previne o desgaste irregular, o aumento do consumo de combustível e o barulho produzido pelo pneu; No rodízio o mecânico inverte os pneus de lugar para que todos tenham o mesmo desgaste ao longo do tempo;

  • CALIBRAGEM DOS PNEUS: É importante que o pneu esteja sempre com a pressão recomendada pelo fabricante. Na pressão adequada, ele produzirá menos calor durante o atrito com o solo, aumentando a economia de combustível e a diminuição do desgaste.

  • ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO: Os buracos e a irregularidade de nossas ruas são os principais motivos para se alinhar e balancear o carro. O alinhamento é recomendado a cada 5 mil quilômetros. Já o balanceamento só precisa ser feito no momento em que são colocados pneus novos ou quando o condutor começa a sentir o volante do carro tremer quando está acima de 70km/h.

Referências

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FONSECA,Gustavo. O Guia absolutamente completo – Doutor Multas.https://doutormultas.com.br/pneus-tudo-sobre/. Acesso dia 20 de Fevereiro de 2019.

RABINOVICI, Gabriela. Entenda a diferença entre pneus assimétricos, simétricos e direcionais.17 de agosto de 2015DicasWidmen. Acesso dia 20 de Fevereiro de 2019.

PINHEIRO, Rebéca. Pneus de Fórmula1. https://www.pirelli.com/tyres/pt-br/motorsport/homepage-f1. Acessado dia 20 de Fevereiro de 2019.

FRANGIONE, Belisa. Conheça os diferentes tipos de pneus e aprenda a escolher o melhor para o seu carro. https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2014/06/conheca-os-diferentes-tipos-de-pneus-e-aprenda-escolher-o-melhor-para-seu-carro.html. Acessado dia 20 de Fevereiro de 2019.

Site do SINPEC – Sindicato Nacional de Pneumáticos, Câmaras de Ar e Camelback. http://www.fiesp.com.br/sinpec/sobre-o-sinpec/. Acessado dia 20 de Fevereiro de 2019.

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Site do INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia. Portaria nº 522 de 31 de Outubro de 2013. http://www.inmetro.gov.br/busca/busca-google-sites.asp?q=carros+suv&sa=Buscar&siteurl=www.inmetro.gov.br%2F&ref=www.google.com%2F&ss=3207j1595669j10. Acessado dia 20 de Fevereiro de 2019

 

ANDRÉA PEREIRA GUIMARÃES GONÇALVES

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